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Rodrigues pede ação do Ministério Público e da Assembleia para rever criação da guarda para proteger Ricardo

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A Câmara Municipal de Campina Grande, em sessão ordinária desta quarta-feira, dia 4 de abril, aprovou, por unanimidade, o requerimento de número 644/2018, que propôs “Voto de Repúdio ao governador Ricardo Coutinho pela omissão na distribuição de medicamentos na Paraíba, com muitos pacientes falecendo e outros em estado crítico”.

O vice-presidente da Câmara Municipal de Campina Grande, vereador Márcio Melo Rodrigues (PSDC), está pedindo a ação do Ministério Público e da Assembleia Legislativa da Paraíba, a fim de barrar “essa verdadeira excrescência criada pelo governador Ricardo Coutinho, que quer ficar sob a proteção especial da Polícia, enquanto a população continua vítima da ação da bandidagem, com assaltos, roubos a bancos, assassinatos e outros tantos crimes. É uma imoralidade sem tamanho esse benefício concedido por si próprio enquanto o povo está a mercê da falta de segurança”.

Márcio Rodrigues corrobora a iniciativa do prefeito Romero Rodrigues, de Campina Grande, que atacou duramente uma lei sancionada pelo governador Ricardo Coutinho (PSB), às vésperas de deixar o Governo do Estado, criando uma guarda pessoal para o ex-governador. “Enquanto a Paraíba está mergulhada no mais absoluto caos na área de segurança pública, Coutinho afronta o contribuinte mais uma vez com uma medida que dá a exata dimensão de sua principal preocupação: o próprio bem-estar” critica Romero.

A lei, de nº 11.097, de 28 de março deste ano, foi sancionada e publicada no Diário Oficial do Estado no último dia 31. A criação, no caso da guarda, beneficia mais especificamente o gestor que deixou o cargo mais recentemente. Ao todo, serão três policiais militares colocados à disposição da segurança do futuro ex-governador. Todos pagos pelo Estado. Na mesma lei, são criados cinco cargos de indicação de familiares para cuidar do acervo dos ex-governadores.

Na avaliação é por conta desse tipo de postura que a população brasileira está dando as costas à classe política, pois muitos se atrevem a financiar seus projetos pessoais de usufruto do poder até mesmo quando deixam seus cargos, sem qualquer respeito à situação dos cofres públicos e ao suado dinheiro do contribuinte.  Para o prefeito campinense, esse traço da personalidade do socialista que não tem o menor escrúpulo em usar a caneta para benefício próprio, sob o manto da inconstitucionalidade pode ser detectado em vários momentos nos últimos oito anos.

Fonte: Codecom

 

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